Durante este final de semana o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás tiveram que atender à duas ocorrências de afogamento no Sudoeste goiano, mas infelizmente nos dois casos foram a óbito, sendo um adolescente e um idoso.

O primeiro deles foi na Zona Rural de Gouvelândia, em que um homem de 66 anos acompanhado de um sobrinho havia ido pescar no Rio dos Bois na sexta feira. Durante a noite, o barco acabou virando no momento em que a vítima se desequilibrou ao tentar chegar a rede de pesca, e acabou arremessando os dois na água.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros de Quirinópolis que atenderam ao socorro, a vítima afundou rapidamente, e o sobrinho ainda tentou mergulhar para salvar o tio, mas como era noite acabou nadando para o barranco. As buscas iniciaram no sábado mesmo, por volta das 20h30, mas o corpo só foi encontrado no domingo (03) de manhã, há aproximadamente 4 metros de profundidade e 150 metros do local onde o barco afundou.

Nenhum dos homens estava usando colete salva-vidas. E os bombeiros fazem um alerta para os pescadores e banhistas de modo geral. “Sempre que forem entrar em meios líquidos, mesmo que saibam nadar, usem coletes. Até nós, bombeiros, usamos”, destaca.

O outro caso foi de um adolescente de 17 anos, que na tarde de sábado (02), por volta das 14h20, acompanhado de mais dois amigos tentaram atravessar nadando o lago municipal de Montividiu. A equipe do 4º Batalhão de Bombeiros Militar, de Rio Verde, foram acionados para o resgate. Sob o comando do oficial Dias, dois guarda vidas deslocaram iniciaram as buscas preliminares da vítima com técnicas de varredura através de mergulhos em apnéia, e passando o croque no fundo do lago na tentativa de localizar o corpo.

Com a chegada do mergulhador, foi adotado procedimento operacional padrão, pelo qual após três horas de buscas, encontraram o corpo do jovem que foi entregue ao Instituto Médico Legal (IML). O corpo foi encontrado a três metros de profundidade e a seis das margens do lago.

Os bombeiros chamam a atenção para o crescimento no número de afogamentos no Estado durante o período de pandemia do novo coronavírus. Segundo o órgão, em março de 2020 o aumento foi de 116 % em relação à mesma época do ano passado.

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