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Na manhã de quarta-feira (08/07/2020), policiais civis das delegacias de São Simão e Quirinópolis, com apoio da Delegacia Regional de Rio Verde, deram cumprimento a dois mandados de busca e apreensão na cidade de Quirinópolis, expedidos pelo juízo de Paranaiguara durante as investigações de um duplo homicídio ocorrido na Zona Rural daquele município, em fevereiro deste ano, quando tio e sobrinho foram brutalmente assassinados.

Durante as buscas, em uma casa de alto padrão, foram apreendidos um revólver calibre 357, com numeração raspada, uma carabina calibre 44, sem numeração aparente, além de diversas munições. O casal, suspeito de envolvimento com o homicídio investigado, foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.

Na residência de outro suspeito, foi apreendida uma pistola Taurus, calibre 380, municiada, entretanto o proprietário não foi localizado.

O homem e a mulher presos foram recolhidos ao CIS de Quirinópolis e ao Presídio Feminino de Paranaiguara. As investigações seguem.

Relembre o caso:

A Polícia Militar (PM) foi acionada para ir até a fazenda Barra do Alegre no município de Paranaiguara (GO) na tarde de sexta-feira (14/02) por volta das 14:35hs, onde as informações eram de um duplo homicídio, tio e sobrinho estavam mortos no local.

Ao chegarem, a viatura composta pelo sargento Frais e soldado Meneses, verificaram que a residência estava toda revirada, porém não haviam sinais de arrombamento, a princípio a suspeita foi de um latrocínio (roubo seguido de morte), familiares das vítimas José Ferreira da Silva, 60 anos, e Rogério Capitulino da Silva, 32 anos que estiveram no local, disseram que nada tinha sido levado, carro, um motor de popa, televisor, tudo estava na residência, o proprietário da fazendo fez a contagem do gado e nenhum animal havia sumido. José era caseiro e morava na fazenda a algum tempo,  Rogério era seu sobrinho e tinha ido visitá-lo.

As vítimas foram mortas a tiros, no local foi encontrado o cano de uma espingarda calibre 12 e algumas munições. Pelo estado dos corpos acredita-se que o crime não tenha ocorrido no mesmo dia, mas somente o laudo pericial poderá precisar a quanto tempo já estavam mortos quando foram encontrados.

A Polícia Judiciária Civil, peritos e o IML estiveram no local do crime e realizaram os procedimentos de praxe para as investigações e remoção dos corpos. Os autores não foram identificados. A investigação está a cargo da Polícia Civil.

Com informações da Polícia Civil

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