O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Goiás (Fecomércio de Goiás), Marcelo Baiocchi, confirmou que as lojas e estabelecimentos comerciais fecharão as portas conforme decreto que já foi divulgado pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) e que deve ser publicado nos próximos dias. A medida é uma forma de conter o avanço do coronavírus.

Entre os lugares que devem deixar de funcionar estão empresas de bens, serviços e turismo, como lojas de roupas, calçados, bares, boates, clubes entre outros. A previsão é que o fechamento deva durar 15 dias.

Estabelecimentos que atendem a necessidades básicas, como supermercados e farmácias, não precisarão fechar as portas. “Esperamos que a gente possa manter um diálogo para flexibilizar o funcionamento [após período de paralisação indicado pelo governo], mas sempre vamos cumprir a lei”, declarou Baiocchi.

Impostos

Baiocchi disse que teme que alguns empresários não consigam voltar a abrir as portas depois do período de paralisação. Por isso, pedirá que o governo adie o pagamento dos tributos referentes às empresas para daqui 120 dias.

“Pedimos para voltar a faturar para fazer o pagamento. Então, depois do período fechado, o comércio precisa de um tempo para se recuperar. Acredito que haverá, por parte das autoridades, o entendimento desse alento”, afirmou.

O presidente da Fecomércio acredita que, com o apoio dos governantes, os empregos devem ser mantidos. “Não haverá necessidade de demissões, se dadas as condições solicitadas, entre elas, uma linha de crédito especial. Sugerimos que os empresários façam acordo de diminuição de carga horária e salários com os sindicatos dos trabalhadores”, afirmou.

FONTE: G1

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