Ozéias de Paula Batista de Oliveira, 38, foi morto na madrugada desta quinta-feira, 05, na cidade de Arenápolis no estado do Mato Grosso, ao tentar evitar que seu filho usuário de maconha fosse preso pela Polícia Militar.

De acordo com o boletim de ocorrências, a Polícia Militar seguia em rondas pela Rua Tapirapuã, no bairro Vila Rica, quando percebeu dois jovens fazendo o uso de maconha. Ao tentar proceder a abordagem, os usuários dispensaram o cigarro de maconha em um canal de esgoto.

Os militares abordaram os jovens e nada de ilícito foi encontrado, porém, ao fazer buscas onde os jovens estavam, os policiais localizaram uma porção de maconha em um saco plástico. Com o flagrante, os policiais foram prender os jovens de acordo com o Artigo 28 da Lei 11.343, popularmente conhecida como Lei de Drogas.

Percebendo que seria preso, um dos jovens resistiu a prisão e começou a gritar por socorro. Ozéias, tentou intervir para que o filho não fosse detido e se aproximou dos policiais em posse de um revólver.

A PM ordenou que Ozéias largasse a arma e se entregasse, porém, o pai de um dos usuários não acatou a ordem policial e colocou a sua arma na cintura. Ainda de acordo com o boletim, por mais de 10 minutos os policiais tentaram negociar com Ozéias para que ele largasse a arma de fogo e se entregasse.

O suspeito com a arma foi para a sua residência juntamente com a sua esposa e ficou no quintal. Vizinhos percebendo a movimentação policial pediram para que Ozéias atendesse a ordem policial, mas ele acabou resistindo.
Diante da negativa, os policias foram até o suspeito onde ele tirou a arma da cintura e acabou sendo alvejado por dois tiros. Os policiais solicitaram socorro médico, mas a ambulância iria demorar para chegar no local.

Ozéias foi morto ao tentar defender o filho usuário de drogas

Os PM’s socorreram Ozéias e o encaminharam até uma unidade de saúde, contudo, o baleado não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. Os jovens que estavam com a maconha foram encaminhados para a delegacia, onde permanecem a disposição da justiça.

A Polícia Civil do município instaurou um inquérito e apura o caso.

Na postagem original dessa matéria foi feito o seguinte comentário contestando as informações:

Eu sou a esposa do OZÉIAS em momento algum meu esposo teve a arma em punho, porque estive do lado dele o tempo todo, em momento algum ele reagiu, eu acompanhei ele até no fundo da casa, ele só queria entrar dentro de casa foi só o momento de eu sair da frente dele pra pedir socorro eles atiraram covardemente no peito do meu marido, ele nunca reagiu nunca tirou a arma da cintura.

Com informações do site Tangará em Foco

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