Na cidade de Itumbiara dois estabelecimentos foram procurados por utilizarem de preços abusivos.

O primeiro foi uma loja que distribui produtos da área de saúde, em que as mascaras estavam sendo vendidas com aumento de 400%, segundo o Procon, sem nenhuma justificativa. No local também foram encontrados produtos de higiene pessoal e material odontológico fora do prazo de validade. O estabelecimento acabou sendo fechado pelo órgão de Proteção do Consumidor. Os donos já haviam sido notificados no último dia 17 para apresentarem as notas fiscais comprovando a necessidade do reajuste no preço, mas isso não foi feito e o preço abusivo continuou sendo praticado. Assim, na terça feira (31), os fiscais voltaram à loja e, como a irregularidade continuava, fecharam o comércio. O material foi apreendido. A loja só poderá ser reaberta após os donos corrigirem as irregularidades encontradas.

O outro evento que também aconteceu em Itumbiara, foi um empresário que acabou preso suspeito de vender em seu supermercado álcool 92,8%, cuja comercialização é proibida para o varejo desde 2013. A Polícia Civil esteve no local ontem, quarta feira (1º), após denúncia anônima e encontraram 20 litros do produto que foram apreendidos junto do dono do estabelecimento. O homem pagou fiança e responderá ao processo em liberdade, e responderá por crime contra a saúde pública e, se condenado, pode pegar uma pena de até 3 anos de prisão. De acordo com a Polícia, ele ficou em silêncio durante o depoimento.

A venda de álcool 92,8% no varejo foi proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) há sete anos por o produto ser altamente inflamável. O álcool com esse percentual também é ineficaz na higienização contra o coronavírus.

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