Devido as inúmeras denúncias com relação ao aumento de preços de produtos como álcool antisséptico e máscaras descartáveis, a Coordenadora do Procon de Quirinópolis, Dr. Maria Laura, entrou em contato com o Superintendente do Procon Goiás, Dr. Allen Viana, solicitando os posicionamentos e recomendações que o Procon Goiás estão adotando frente as distribuidoras e fabricantes das matérias primas dos produtos utilizados para produção do álcool antisséptico 70% e das máscaras descartáveis.

Já de antemão, o Procon de Quirinópolis informa que o aumento dos preços nas drogarias e farmácias aqui do município se dão pelo fato de que há a elevação do valor pelos fornecedores, as drogarias e farmácias do município, e consequentemente ao consumidor final no momento do repasse, por que além da recuperação do valor pago pelas drogarias e farmácias, também existe o acréscimo do lucro sobre a venda, sendo aplicada em torno de 20% a 40%.

Segue abaixo as orientações e informações passadas ao Procon de Quirinópolis:

“Em face da grande demanda de denúncias que apontam, supostas, práticas abusivas em drogarias e farmácias, temos consumido nossos esforços para responder a estas demandas.

Em alguns casos, o flagrante do abuso é de fácil constatação. Noutros, há a dúvida legítima quanto a majoração dos preços em em algum outro ponto cadeia de venda (distribuidor, fabricante, etc).

Nesses casos, estamos exigindo a totalidade das Notas Fiscais  (NF’s) de entrada e saída, a partir de 01/01/2020, para averiguação e perícia no setor de cálculos do Procon. Demais disso, com essas NF’s conseguimos identificar a distribuidora para, em ato seguinte, diligenciar até elas e lá exigir as notas de saída.

A complexidade é o tempo (10 dias úteis) para apresentação de todas essas NF’s e, ao mesmo tempo, a dinâmica das denúncias têm se multiplicado noutras frentes. A mais recente, nos itens básicos da cesta básica que aumentaram significativamente.

Voltando ao caso do álcool e máscaras, já notificamos 03 distribuidoras, mas os documentos (NFS) ainda não foram apresentados.

Assim que tivermos novidades, informo”.

Desa forma, o Procon de Quirinópolis fica no  aguardo da determinação do órgão estadual, para seguir a fiscalização municipal.

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