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Como medida preventiva, a fim de evitar a disseminação do Coronavírus, que até o momento possui 1 caso suspeito em Quirinópolis, a Prefeitura decretou o fechamento de bares e restaurantes, circos, feiras, seguindo o decreto do Governador Ronaldo Caiado. Em um vídeo o Prefeito Gilmar Alves, acompanhado de outras autoridades e da Secretária Municipal de Saúde Suely Borges Pereira, fizeram o comunicado aos munícipes.

1- NÃO PODEM FUNCIONAR: feiras, inclusive feiras livres; todas as atividades em shopping centers, nos estabelecimentos situados em galerias ou pólos comerciais de rua atrativos de compras; todas as atividades em cinemas, clubes, academias, bares, restaurantes, boates, teatros, casas de espetáculos e clínicas de estética; atividades de saúde bucal/odontológica, pública e privada, exceto aquelas relacionadas ao atendimento de urgências e emergências.

Reforçando, não podem funcionar os tradicionais “foodtrucks”, “pit dogs”, “jantinhas”, “espetinhos”, “açaís”, “botecos”, “lanchonetes”, “carrinhos” ou peruas que vendam côco, sorvetes, sucos.

Exceções : casos em que os produtos sejam fornecidos pelo sistema de entregas, “delivery” e os bares e restaurantes que existam dentro de hotéis também podem continuar funcionando, mas somente para atendimento exclusivo dos hóspedes, devendo observar, na organização de suas mesas, a distância mínima de dois metros entre elas.

2- PODEM FUNCIONAR: estabelecimentos médicos, hospitalares, laboratórios de análises clínicas, farmacêuticos, psicológicos, clínicas de fisioterapia e de vacinação, distribuidoras e revendedoras de gás, postos de combustíveis, supermercados e congêneres.

Reforçando, podem funcionar padarias, distribuidora de água, distribuidoras de bebidas( desde que delivery), lavajatos, “mercadinhos” e mercearias, desde que não combinem a atividade com bar, autopeças, petshops, oficinas mecânicas, escritórios variados, lojas dos mais diversos ramos comerciais, cabeleireiros e barbeiros desde que fora de shoppings, galerias e shoppings populares ou camelódromos.

O decreto tem vigência a partir do dia , 19/03/20, com duração de 15 (quinze) dias.

O descumprimento do decreto, além das sanções administrativas, pode acarretar a imputação do crime do artigo 268 do Código Penal, nominado infração de medida sanitária preventiva, com pena de detenção de um mês a um ano e multa.

Veja a íntegra do vídeo:

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